terça-feira, 5 de abril de 2011

M.

Ele carrega a alegria e a tristeza no olhar
Tão verdadeiras, tão genuínas...
Não sei de onde provêm, sei que vêm (até mim)... e (me) vêem... e não se vão (jamais)... e não me deixam ir (atrás)
É uma alegria triste e uma tristeza alegre. Exatamente assim, inexatas. E não enxerguem paradoxos.
São dependentes uma da outra, e ele, delas, acima de tudo. E eu, dele, mais ainda.
Essa tristeza que me consome, essa alegria que me fascina. Ensina. Em face do disfarce da (minha) sina...


O mar do meu medo azul é da cor do seu castanho olhar.

7 comentários:

  1. Que poema lindo..
    com clima de reconciliação
    =)

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  2. Muito lindo, o poema, para variar!
    Tênues linhas entre confusão e aceitação...
    =)

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  3. 8). Toda toda ela, depois tu me ensina ;)

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  4. um poema pessoalmente mais que impessoal. Aberto a tantas interpretações, e observações, nem te conto a minha. kkk

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  5. Aaahh,Lipo! Agora quero saber! Vai ter que me contar depois o que foi que você tirou daí...já ouvi algumas coisas meio loucas...
    Começando que isso era pra ser um texto,mas tá todo mundo chamando de poema oO
    E literatura é assim né, pra cada um interpretar como bem entender... :D

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  6. noooooossa, que lindo! Delicado, subjetivo, apaixonado... Conheço bem esse sentimento de entrega e você soube captar as mais lindas palavras pra defini-lo. Parabéns!

    bem vinda à blogosfera que, com certeza, ficará mais rica com suas palavras!

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